|
ÉTICA
|
MORAL
|
|
•
É o princípio
|
•
É a
conduta
|
|
•
É permanente
|
•
É
temporal
|
|
•
É universal
|
•
É
cultural
|
|
•
É regra de vida
|
•
É
conduta da regra
|
|
•
É teoria
|
•
É
prática
|
|
•
É uma opção
|
•
É
imposta
|
|
•
Ela questiona valores morais
|
•
Ela
traz consequências óbvias e punitivas
|
|
•
É baseada no bem viver
|
•
É
seguida cegamente
|
|
•
Busca virtudes como amor, misericórdia, compaixão
|
•
Sugere
rigidez às regras sociais
|
|
•
Se desenvolve na vida
|
•
É
legalista
|
|
•
É o caminho da liberdade em questionar as regras
|
•
Se
fundamenta na obediência a regras, leis e tabus, hierárquicos ou religiosos
|
|
•
cada qual tem e vive de acordo com a sua
|
•
torna
possível que as diversas éticas convivam entre si sem se violarem ou se
sobreporem umas às outras
|
|
•
tem a ver com o "bom"
|
•
tem
a ver com o "justo"
|
|
•
conjunto de valores que apontam qual é a vida boa
na concepção de um indivíduo ou de uma comunidade
|
•
é o
conjunto de regras que fixam condições equitativas de convivência com
respeito e liberdade
|
|
•
estão as noções de felicidade, de caráter e de
virtudes
|
•
estão
as noções de justiça, ação, intenção, responsabilidade, respeito, limites,
dever e punição
|
|
•
Tem a ver com as decisões de qual propósito dá
sentido à minha vida, que tipo de pessoa eu sou e quero vir a ser e qual a
melhor maneira de confrontar situações de medo, de escassez, de solidão, de
arrependimento etc.
|
•
tem
tudo a ver com a questão do exercício do direito de um até os limites que não
violem os direitos do outro.
|
|
•
Sem ética, a convivência é infeliz e lamentável
|
•
Sem
moral, a convivência é impossível
|
|
•
ética é uma teoria da vida boa para mim
|
•
moral
é uma teoria da convivência justa com os outros
|
|
•
quem age eticamente (sendo generoso, corajoso,
perseverante etc.) faz o máximo e tem mérito, mas quem não age eticamente
apenas faz menos que o máximo e deixa de ter mérito, mas sem ter culpa (por
isso não pode ser punido, mas, no máximo, lamentado).
|
•
quem
age moralmente (por exemplo, não mentindo, não roubando, não matando etc.)
faz o mínimo e não tem mérito, mas quem não age moralmente deixa de fazer o
mínimo e tem culpa (por isso pode ser punido)
|
Este espaço é destinado para publicação de meus estudos bíblicos, comentários e opiniões pessoais a respeito do Evangelho de Jesus Cristo e da Bíblia. Alunos, professores, amigos e curiosos, poderão se beneficiar com as informações contidas aqui. Portanto, LEIA, MEDITE E APRENDA sobre Deus e sua Palavra maravilhosa.
Pesquisar este blog
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Diferenças entre Ética e Moral
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Não confunda Evangelho com Cristianismo
Meu amigo,
O Cristianismo é uma religião como qualquer outra, e, do ponto de vista
do resultado histórico e existencial, o Cristianismo é tudo, menos a
melhor religião. Como religião, acho que ela é um passo além do Judaísmo
e do Islamismo. É melhor que o Judaísmo porque é mais aberto, e não é
uma religião cultural e étnica. É melhor que o Islamismo porque o Islã
conseguiu ser mais exagerado e fanático do que o Cristianismo, se bem
que muitas práticas morais do Islã receberam influência direta do
Judaísmo e do Cristianismo. Mas o Islamismo conseguiu ficar pior, em
muitos aspectos. Religião por religião, existem algumas com lógicas bem
melhores do que o esquema moral e exterior das práticas religiosas
cristãs. Algumas possuem uma forte e essencial mensagem de amor ao
próximo, porém com resultados mais proveitosos para a alma do que os
obtidos pelo Cristianismo, visto que as morais e leis cristãs acabaram
por matar a força do amor entre os cristãos.
A questão é que não creio em Religião, por isso, também não creio no
Cristianismo. Religião é sistema humano, disciplina humana, moral
humana, sacrifícios humanos, e desespero humano para agradar a Deus.
Religião é o homem tentando se religar a Deus, por seus próprios meios e
justiças próprias, e mediante um sistema de doutrinas ou exercícios
espirituais, os quais, supostamente, fazem o homem chegar a Deus. Ora,
eu jamais creria em tal coisa, pois, não creio que haja meios do finito
abraçar o infinito, e nem que haja modos do cego ver a Luz por esforço
próprio.
O Evangelho não é religião. Mas o Cristianismo é religião. Nele temos
todas as formalidades das religiões, temos uma teologia moral, temos um
corpo de doutrinas de forte influência grega, e um sistema de governo
inspirado pelos romanos, sem falar que a missa cristã é a repetição do
sacrifício de Cristo, o qual é assim praticado para que a população
pobre e simples fique sempre em permanente dependência do Cristianismo.
No Cristianismo Protestante e Evangélico, no início, se tentou resgatar
a fé simples e original. No entanto, menos de 60 anos depois, tudo já
era como “dantes do Quartel de Abrantes”.
Assim, os ritos, as formas, as imagens de santos, as heresias
gritantes, e a convergência do poder de Deus e da representação de Deus
antes feita pelo Papa, foram substituídos por outras coisas.
Ora, no Protestantismo se diz que os pilares da Fé são: As Escrituras,
Cristo, a Fé e a Graça. Mas isso é só doutrina. Na prática, o que vale é
outra coisa: as Escrituras são maiores do que Cristo, a qual já não
basta conforme a manifestação de Deus em Jesus, sendo necessário que a
isso se junte um corpo de doutrinas morais tiradas das Escrituras, não
importando se caíram ou não em obsolescência de acordo com o que diz o
Novo Testamento (em Hebreus, por exemplo).
Cristo, no Protestantismo prático e histórico, acabou por ser feito o
Salvador da Chegada. Depois, todavia, que o indivíduo O confessa diante
da “igreja”; daí para frente, tudo o mais depende da relação da pessoa
com a “igreja”; e, sobretudo, se ela é capaz de manter a salvação por
obras próprias. Ou seja: Cristo salva de Graça na chegada; mas a
“igreja” assumiu a franquia do pedágio. A Fé, também no Protestantismo,
se tornou um corpo de doutrinas, e não mais a coisa simples e singela,
ante a qual Jesus dizia aos pagãos de todos os tipos: “A tua fé te
salvou!”.
E a Graça nada mais é do que a doutrina que justifica a razão pela qual
Deus pôde se relacionar com os homens sem transgressão de Sua parte. No
entanto, na prática, isso só existe na chegada também. Quando o indivíduo crê, diz-se que ele recebeu Graça. Porém, daí em diante, nada
mais tem a ver com a Graça, mas sim com a justiça própria de cada um, a
qual pode se manifestar como santidade moral, como legalismo de
exterioridades, como participação assídua nas reuniões, como
contribuição financeira feita como “pagamento do dízimo”, e como esforço
de conformação à cultura evangélica, a qual, no curso dos anos, também,
na prática, se tornou meio de salvação.
Assim, meu amigo, não fosse o Evangelho, saiba, com minha mente e meu
sentir, provavelmente eu não me tornasse nada se eu não tivesse tido a
chance graciosa de conhecer Jesus; o que não tem necessariamente nada a
ver com o “Cristianismo”.
Jesus não fundou o Cristianismo. Constantino o fez. E a fé em Jesus
nada tem a ver com as invenções feitas pelo Cristianismo. Ora, se você
quiser saber se o que digo é verdade ou não, apenas leia os evangelhos e
veja se você encontra no Cristianismo os sinais daquela leveza,
singeleza, graça, amor, misericórdia, poder de curar; e aquela vontade
compassiva e inclusiva que você vê em Jesus em todos os Seus gestos e
movimentos.
Assim, meu amigo, você precisa esquecer o Cristianismo a fim de encontrar o Evangelho!
Com relação às religiões dos povos, e também quanto ao que acontece a
cada indivíduo que não ouviu nada acerca de Jesus, saiba: a “igreja” diz
que estão todos perdidos. No entanto, isso é a “igreja” quem diz. Jesus
apenas disse que muitos publicanos, pecadores e meretrizes precederiam
os mais rigorosos filhos da mais estrita e legalista religião da terra — o judaísmo dos dias de Jesus —;
e também disse que muitos haveriam de vir dos quatro quantos da terra a
fim de assentar-se com Abraão, Isaque e Jacó na mesa da Festa do Reino,
enquanto muita gente com pedigree religioso ficaria de fora. Paulo diz
em Romanos 15:21 que “Hão de vê-lo aqueles que não tinham ouvido falar
dele, e o entenderão aqueles que não o haviam escutado”, afirmando,
dessa forma, que Deus não está limitado pela “igreja”.
A pressuposição do Cristianismo é que Deus é um ser que haveria de
danar eternamente quem nunca ouviu a informação do Evangelho, o qual é
“propriedade” da “igreja”. Desse modo, se a “igreja” não tiver a boa
vontade de ir contar aos povos o que Deus fez em Cristo, todos estão
perdidos. É como se Deus tivesse deixado com a “igreja” a incumbência de
salvar os homens. Nesse caso, Cristo teria morrido pelos homens, mas em
vão terá sido a sua morte salvadora se os crentes não tiverem o bom
humor e a vontade de irem contar isso a quem não sabe.
Assim, a mentalidade da “igreja” é, em
geral, que Deus haverá de danar a quem nada soube, e que haverá de
condenar os homens apenas porque a “igreja” não levou a informação
salvadora. Ora, isto é perversidade dupla: em relação à concepção de
Deus; e em relação ao poder malévolo que a “igreja” possuiria; pois,
nesse caso, Deus teria entregado a humanidade ao capricho da religião.
Sinceramente, para mim, quem inventou isto foi o Diabo!
Paulo diz em Romanos 2:12-16 que quem nada soube de coisa alguma,
haverá de ser julgado pelo que recebeu, não pelo que não recebeu. O fato
é que Jesus é Sumo Sacerdote segundo uma Ordem sacerdotal não
religiosa, e que não se prende a nenhuma genealogia sacerdotal,
cultural, étnica, moral, ou religiosa. Além disso, João diz que Ele é a
Luz que vinda ao mundo ilumina a todo homem. Portanto, eu digo: Ele é um
Deus que fala de si mesmo, e que não se deixou prender ao capricho
perverso da boca de homem algum. “Por toda a terra se faz ouvir a Sua
voz, e as Suas palavras até os confins da terra” — e isto com ou sem
testemunho de homens; isto se a utilização que Paulo faz do salmo 19
(onde tais palavras estão escritas), em Romanos 10, for coerente com o
que o salmo anuncia; ou seja: que há um testemunho de Deus no mundo, na
natureza, na vida, nos sonhos, nas noites, nos dias, nos acontecimentos
da existência, etc. — e que carrega a voz de Deus até ao coração dos
homens.
Portanto, meu amigo, a questão nada tem a ver com o Cristianismo e com
as religiões dos povos. E mais: Deus é amor, e Seu amor é justo e
gracioso. Por isso, não precisa se preocupar com o que está acontecendo
entre Ele e os humanos. A você, todavia, que ouviu o Evangelho, cabe
abraçar essa dádiva como imensa Graça, e, assim, usufruí-la, e, quem
sabe, fique tão cheio dela e do amor de Deus, que você mesmo descubra
que quem prega a Boa Nova o faz porque deseja que todos os homens
conheçam a libertação do medo da morte, da tirania dos espíritos, do
controle dos homens, do poder manipulador do curso deste mundo, e da
influência maligna que alcança com entendimentos falsos as mentes da
maioria dos seres humanos. Incluindo os do Cristianismo, os quais,
também precisam do Evangelho tanto quanto os Budistas, os Taoístas, os
Mulçumanos e os Judeus. E assim digo apenas porque todos pecaram, e,
igualmente, carecem da Glória de Deus.
Assim, meu amigo, deixe as religiões, e creia que Deus ama e cuida de
todos os homens; e, assim, abrace o Evangelho, descanse na Graça, e
caminhe pela Fé no que Jesus já fez e consumou em favor de todos os
homens, reconciliando o mundo com Deus mediante a Sua Cruz.
Por último, saiba: O Cordeiro de Deus foi imolado antes da fundação do
mundo em favor de todos: os que souberam e os que não ficaram sabendo!
Eu prego o Evangelho a todos os homens, pois desejo que todos encontrem a
Boa Nova de uma existência reconciliada com Deus, sem medos ou pânicos,
e sem a angústia diabólica do juízo.
A você, Jesus diz: Vem!
Receba meu carinho!
Nele, em Quem ninguém será vítima de injustiça em nenhum lugar da Terra.
Texto extraído e adaptado.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Graça: ela é realmente maravilhosa!
HÁ
ASSASSINOS À SOLTA HOJE EM DIA. O problema é que você não pode dizer isso só de
olhar. Eles não usam crachás de identificação, nem carregam sinais advertindo
todos em manter distância. Pelo contrário, muitos deles carregam Bíblias e
parecem ser pessoas de vida pura, com bela aparência e cumpridoras da lei. A
maioria deles passa muito tempo nas igrejas, alguns em postos de liderança
religiosa. Muitos são tão respeitados na comunidade que seus vizinhos jamais
imaginariam que vivem ao lado de assassinos.
Eles
matam livremente, com espontaneidade e criatividade; matam tanto a alegria
quanto a produtividade. Matam com suas palavras, sua caneta e seu olhar. Matam
muito mais com sua atitude do que com seu comportamento. Dificilmente há uma
igreja, uma organização cristã, uma escola cristã, um grupo missionário ou um
ministério que faça uso da mídia onde tal perigo não esteja espreitando. A
coisa mais impressionante é que todo dia, sem falhar, escapam da punição sem
serem confrontados ou expostos. É estranho também que os mesmos ministros
incapazes de suportar uma heresia por dez minutos ficam de lado e permitem que
esses assassinos ocupem todo espaço que precisam para manobrar e manipular os
outros da maneira mais insidiosa que se pode imaginar. A intolerância deles é
tolerada. Seu espírito julgador não é julgado. Suas táticas de intimidação não
são controladas. Sua atitude intolerante pode ser tanto justificada quanto
rapidamente defendida. O fardo resultante seria um crime, caso não fosse tão
sutil e não estivesse revestido de algo com aparência tão espiritualmente
sadia.
Hoje –
neste exato momento – milhões de indivíduos que deveriam ser livres e
produtivos estão vivendo com vergonha, medo e intimidação. A coisa trágica é que
eles pensam que é assim que deve ser. Nunca conheceram a verdade que pode
libertá-los. São vítimas, existindo como se vivessem no corredor da morte, em
vez de desfrutar da beleza e do ar fresco da vida abundante que Cristo delineou
e que permitiu que todos os seus seguidores desfrutassem. Infelizmente, a
maioria não faz a menor ideia do que está perdendo.
Se
pudéssemos resumir esse pacote todo em uma palavra, ela seria graça. É ela que tem sido agredida de maneira
tão contínua e violenta. Aqueles que não se sentem confortáveis em negá-la
decidiram debatê-la. Assim como aconteceu nos dias da Reforma Protestante, a
graça mais uma vez se tornou uma bola de futebol teológica que é chutada de um
campo para outro à medida que teólogos e pregadores, acadêmicos e alunos
discutem os termos, como se fossem treinadores frustrados, em campos opostos,
tentando ganhar vantagem sobre o outro. É um clássico debate em que ninguém
ganha. Ele trivializa a questão e faz que a torcida que assiste à briga nas
arquibancadas fique confusa, polarizada ou, pior ainda, entediada. A graça foi
concebida para ser recebida e vivida plenamente, não dissecada e analisada por
aqueles que preferem discuti-la a desfrutá-la. Chega disso! A graça deve ser
despertada e libertada, não negada... desfrutada e livremente concedida, não
debatida.
Graça
recebida, mas não expressa é graça morta. Gastar o tempo de alguém debatendo de
que maneira a graça é recebida ou quanto comprometimento é necessário para a
salvação, sem abordar o que significa viver pela graça e sem desfrutar da
magnífica liberdade que ela fornece, rapidamente leva a uma discussão
contraproducente. Torna-se um pouco mais do que outra busca trivial e
entediante na qual a maioria do povo de Deus passa dias olhando para trás e
perguntando “como recebemos isso?” em vez de olhar para frente e anunciar “a
graça é nossa... vamos vivê-la!”. Seja por negá-la, seja por debatê-la, nós a
estaremos matando. Meu apelo é que clamemos por ela e deixemos que ela nos
liberte. Quando o fizermos, a graça realizará seu propósito original: ser
realmente maravilhosa! Quando isso acontecer, todo nosso semblante mudará.
Charles
R. Swindoll.
Assinar:
Postagens (Atom)

